domingo, 16 de novembro de 2014

Por caminhos de cabras







Caminhada circular de 10 Km pela Serra da Lousã, por trilhos entre
 soutos, azevinhos, silêncios, casas em ruínas, duendes e druidas!
Subida de 900 Metros
 - testar as pernas e saber até onde elas me levam.
Descida ao ponto de partida
 - testar a cabeça e saber até onde a posso levar.
Pelo caminho, aldeias de pedra, de uma beleza despojada e rude.
E silêncio, muito silêncio rodeado de verdes, muitos verdes.
Termino a caminhada com o corpo cansado,
mas com o coração lavado e o espírito cheio de autoconfiança!
 
 
 
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Lyric walz, Jazz Suite No.2, Dimitri Shostakovich, Concertgebouw Orquestra

17 comentários:

Graça Sampaio disse...

Que lindas fotografias!!! E que belo passeio.

(Ainda não tive tempo de responder convenientemente ao seu adorável e-mail. Peço desculpa.)

Beijinhos e ronrons.

João Roque disse...

E que tal uma legenda para a foto da "aldeia rosa"?

Isabel Lourenço disse...

Inesquecível caminhada!
Deslumbrantes paisagens,mas ao mais
pequeno descuido,joelhos ao chão e não só...!
Um grupo simpático.Quatro portugueses/quatro brasileiros.

Rosa dos Ventos disse...

Caminhos muito bem escolhidos e se encontraste cabras tanto melhor, são uma boa companhia!
Lindas fotos!

Abraço

O Puma disse...

Belos caminhos

boas escolhas
Bjs

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Gosto tanto desses caminhos! E as fotos magníficas devolveram-me por momentos a essas paragens.

o da casa disse...

... e assim voltaste a casa. Bem-vinda!

greentea disse...

são lindos esses caminhos e a companhia das cabras é bem melhor q outras...
Tb gostei muito dessa zona e das aldeias , muitas abandonadas ou apenas com gatos como residentes

São disse...

Fotos lindas, estas.

Caminha que não faria, não.

Bom serão

Clarice disse...

Que lugares maravilhosos!
Fiz tanta mala em minha vida, que não mais me apetece viajar, mas se fosse, iria para lugares assim. Nada de urbano.
O ser humano volta pra casa ainda mais humano, pois não?
Abraço.

São disse...

Errata: Caminhada

Mar Arável disse...

Por aí

é que vamos

Bj


jrd disse...

Posso ter inveja?
Bem precisava de uma deriva como essa. :( :)

Luis Filipe Gomes disse...

Lembro-me da canção dos Madredeus "O ladrão":
-Ah, mas onde é que estão
As aldeias todas
Não veio o ladrão
Já não há pessoas?

Sobre a exposição, ando atarefado!
Como terás podido ver, no blog dou a informação do local e do dia da abertura.
Também estou a revelar parcialmente algumas peças minhas, ainda que o que o melhor da exposição aquilo que é importante sem dúvida, seja a escultura de Beatriz Cunha.
A temática está no título da exposição "Sagrado profano" assumindo eu aqui que as palavras podem e devem ser entendidas na sua dupla qualidade de substantivo e adjectivo. As minhas peças não são todas inéditas, e a mais antiga fará amanhã 32 anos, a mais recente talvez só se conclua no dia da exposição.

(vou levar esta informação para o teu comentário no meu blog)
Até breve.

Anónimo disse...

Há as caminhadas interiores,
há estas, que enchem o espírito de sons e tons.
Tão lindo que até nos dói, este país em que as cabras são as mais inicentes. Presumivelmente culpadas de subir.
Bjinho da bettips

GR disse...

Como os teus olhos nos mostram tanta beleza.
Ainda há belas aldeias.

BJS,

GR

Duarte disse...

Quando a natureza se comporta assim dá gosto viver nela: quanta beleza!
Parabéns, por tão bela exposição fotográfica.
Um abraço bem grande