segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Salinas de Aveiro

 
Foi em tempos modo de ganhar o pão,
fonte de desenvolvimento, lugar vivido.
Hoje é uma paisagem perturbante de beleza,
silêncio e solidão.
 
 
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Jazz Suite Nr.2, Waltz 2, D.Shostakovitch, Royal Concertgebouw Orchestra
 
 
 


17 comentários:

jrd disse...

Lugares onde o sol já não encontra o sal.

Abraço

São disse...

Aqui , onde vivo, construíram prédios em cima das salinas...

Em Alcochete ainda se mantêm, mas na mesma solidão do que as que aqui nos ofereces.

Boa semana.

Luis Filipe Gomes disse...

produziram muito sal para a salga do bacalhau.
por muito desertas que pareçam abrigam ecosistemas complexos.

greentea disse...

dói ver tanto campo , tanto mar , tanta terra ao abandono ; as salinas são tb um exemplo, tal como as minas

Lilá(s) disse...

Estas situações deixam-me nostálgica!
Bjs

Rosa dos Ventos disse...

Como tantos outros, Justine!
Uma tristeza!

Abraço

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

(In)felizmente encontramos muitos lugares assim pelo pais. E creio que serão cada vez mais, se a inércia continuar...

Pitanga Doce disse...

Concordo com o Carlos Barbosa. A solução está na terra, no mar, no povo.

Mesmo com a nostalgia da imagem, ainda é muito linda, Justine.

Beijos

Humana disse...

também já deixei o olhar perder-se, muitas vezes, por estas paisagens.
abraço, justine.

Zé-Viajante disse...

E por aqui o betão (com a alegação de "projecto de interesse turístico") derrubou centenas de árvores num pulmão que era necessário preservar. E Sintra...é Património Mundial!

Graciete Rietsch disse...

Lindo! Mas o chamado "progresso", em nome do lucro, vai desertificando o País bem acompanhado por estes desgovernos que nos vão roubando a beleza, os meios de Produção e até a nossa subsistência.
Valha-nos a tua música, que voltou!

Um beijo.

Mar Arável disse...

Saudades

das minhas marinhas valentes

João Roque disse...

Ai esta música..............

eppure disse...

Sal
salário
Sol
solidão


Silêncio
Palavras
Música

Duarte disse...

São os desgarros da evolução!
Dá pena.
Que imagem tão bonita a daqueles montes de sal!...
Recordar é viver, e penar...
Um abraço bem grande

M. disse...

A lembrar-me os favos dos cortiços das abelhas. Alguma lhe semelhança encontro.

M. disse...

"Alguma semelhança lhe encontro". Claro que era o que queria escrever.