domingo, 8 de março de 2015

Lutos



Morrem os valores mais eternos.
Morre o país, à míngua de respeito.
Morrem amigos insubstituíveis.
 Morrem até velhas árvores no jardim!
Como gerir este campo de perdas?
Como resistir a esta cortina de tristeza?
.

Eine kleine Nachtmusik, Mozart, Berliner Philharmoniker (Karajan)



15 comentários:

João Roque disse...

Vivendo...

jorge esteves disse...

O que dói não é a Morte; é morrer.

abraço.
jorge

lino disse...

Só não morrem os salafrários!
Beijinho

Graça Sampaio disse...

Não gosto de falar da morte. Comecei a lidar com ela muito nova e agora já sou a mais velha da minha família...

greentea disse...

desapego , dizem os budistas ...
mas nem sempre é fácil, tento sempre estar ocupada em coisas novas para distrair a menta e libertar-me. Isso também me tem ajudado com a doença com q me vi confrontada.

O Puma disse...

Resistindo

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Aprendi com a morte a resistir a algumas adversidades, mas preferia não ter passado por tão dolorosas experiências

Teresa Durães disse...

Talvez tentando compreender que a vida são ciclos. Mas é difícil

Aqui do lado disse...

Duro, muito duro mas belo! Por isso, trazendo alegria de viver. De estar vivo.

Mas... permite-me... os valores mais eternos, por mais agredidos que sejam, não morrem; o País, a P/Mátria, por mais ultrajada que seja, não morre; os amigos insubstituíveis vivem sempre enquanto nós vivermos; morrem as velhas árvores... mas de pé, como dizia o Alexandre Casona!

Lilá(s) disse...

Pois, também não sei! sinto igual!
Bjs

Duarte disse...

Que dilema, a perda do imperdível! Mas a vida é uma sucessão de feitos e alguns doem muito, mas outros podem-se solucionar fazendo que TUDO mude, e isso é do conhecimento do POVO, mas mantém-se estalido, expectante, mas quando inicie a sua marcha... não haverá quem o pare, então tudo será muito melhor, só falta que se concretize!
Hoje, mais que nunca, abraços de vida.

M. disse...

Sim, como gerir o campo de perdas? Tão difícil.

bettips disse...

Não se sabe. Por isso os ritos "da morte" são tão diferentes, de país para país, de povo para povo.
Descontentes andamos e lembramos, pois, o perdido.
Adoremos os que nos (ainda) rodeiam.
Bj

Majo disse...

~
~ ~ ~ Força!! ~ ~ ~

~ Apoie-se nos restantes amigos.

~ ~ Dias serenos. ~ ~
~~~~~~~~~~~~

Benó disse...

Como alguém já comentou: Vivendo.E quanto mais vivermos mais perdas iremos tendo. Aqueles que amamos viverão sempre dentro de nós. Viverão enquanto nós vivermos.~
Um abraço Justine. Vive a Vida, querida.