segunda-feira, 22 de julho de 2013

O encontro feliz dos opostos










 
No ambiente requintado, soturno e clássico do Palácio da Ajuda, a exuberância, a ironia e a irreverência das peças de Joana Vasconcelos.
Um feliz encontro de opostos!
 

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Young and foolish, Bill Evans
 
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17 comentários:

Rosa dos Ventos disse...

Continua na minha lista de espera!
O calor não ajuda a movimentar-me muito em Lisboa! :-((

Abraço

João Roque disse...

Sei que estou em contra senso comum, mas não "adiro" à arte da Joana Vasconcelos.

Graciete Rietsch disse...

Acho que o contraste é interessante, mas não aprecio especialmente a arte de Joana Vasconcelos!!!
Felizmente a música voltou, sem eu ter feito nada. Deve ter sido algum problema que o operador resolveu.
Neste mar de tristeza que é o nosso país é bom ler e ouvir este blog.

Um beijo.

Clarice disse...

Uau! Belas surpresas!
Abraços do sul.

Luis Filipe Gomes disse...

Eu acompanho a Joana Vasconcelos desde as primeiras exposições. Admirei-lhe a alegria e a coragem de não ter vergonha em ser portuguesa. Não ter vergonha das casas forradas a azulejo considerados impróprios até para forrar casas de banho; não ter vergonha do tricô nem do crochê que brotavam como água das mãos das mulheres mais velhas que necessitavam de um pretexto para se poderem sentar um pouco a conversar; não ter vergonha de peregrinar a Fátima a uma Deusa Mãe arcaica e na melhor tradição pagã trazer uma carrada de ídolos com a forma da santa em plástico verde fluorescente...
Amigos meus menos entusiastas não lhe perdoam o sucesso e o desafogo financeiro. Mas que diabo se fosse um homem e estrangeiro achar-lhe-íam mais graça?! Conceder-lhe-íam mais tolerância?! Há aí tantos para se poderem entreter.
Ainda assim foi um gosto observar o incómodo do casal presidencial ao vê-la trajada como uma ave do paraíso na inauguração da sua exposição.
Apenas equivalente ao retrato que Paula Rêgo fez de um outro presidente com um busto da república.

Graciete Rietsch disse...

Afinal o problema da música ainda não está resolvido, aparece sempre a mesma em todos os post. E era tão bonita a diversidade!!! Vou ver se um dos meus "técnicos" arranja tempo para vir cá a casa.

Um beijo.


Mar Arável disse...

Quando os opostos se encontram

há faísca

anamar disse...

Gostei...

Passa pelo Mar... e vê algo que descobri de Joana Vasconcelos.

Beijo amigo

OUTONO disse...

...sedutor a envolvência!!!

Benó disse...

Gosto da ousadia, gosto da excentricidade, gosto da coragem em ser diferente da Joana Vasconcelos. Esta exposição talvez não possa ir vê-la o que me dá imensa pena.

helia disse...

Já fui a esta exposição e gostei ! É realmente um feliz encontro de opostos !

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Ainda não fui ver a exposição. Não sou fã de Joana Vasconcelos, ma tenho alguma curiosidade, que foi aguçada pelas fotos

jrd disse...

Nada como um "encontro" de opostos...

São disse...

Os contraste por vezes resultam muito bem e costumam evidenciar as características dos objectos em presença.

Tal acontece com a magnífica sobriedade e esoterismo da mesquita de Córdoba e a igreja católica exotérica e carregadamente ornamentada construída no seu interior.

Fica bem

Lilá(s) disse...

Ainda bem que me lembras-te! deixo sempre para amanhã e ainda perco a exposição!
Bjs

Duarte disse...

Gosto, não conhecia.
Um abraço bem grande, querida amiga

jawaa disse...

Dor de cotovelo é, infelizmente, uma doença que acomente os portugueses com demasiada frequência, também as pessoas ditas mais cultas que deveriam ter outra postura. Do outro lado do Atlântico aprendi: o canadiano vê um tipo do outro lado da rua com uma limousine e diz para si: ainda hei-de ter uma igual!
Um português, na mesma situação, pensa: ai estás a armar em importante? Isso passa, não tarda, andas a pé como eu!