Árvores Nuas
Quando as mãos carinhosas de outro sol
seu corpo agreste enfeitem novamente,
que será já dos ventos que as despiram?
Pobres ventos sem alma que as despiram!
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(in Cabo da Boa Esperança, Sebastião da Gama)
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Nocturno Op.9 no.2, F. Chopin (Maria João Pires)

