Apesar de já velhota e um pouco alquebrada, a cabrinha mantém a vitalidade suficiente para confirmar a fama e o proveito de que a sua espécie disfruta, e em poucos minutos irá alterar drasticamente o aspecto do jardim, transformando o viçoso arbusto num destroço verde.
Inverosímil? E depois? Como se não estivesse a acontecer todos os dias, junto a nós...
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The object of my affection, Lionel Hampton
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Voracidades
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Jardim
domingo, 7 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
A velha Casa em Ruínas
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Vagueira
domingo, 24 de julho de 2011
As irmãs árvores
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Jardim
domingo, 17 de julho de 2011
Feitios...
Teria apenas desejado um pouco de solidão luminosa - que até os pirilampos têm direito a dizer "quero estar sozinho".
Qualquer que tenha sido a razão, fui encontrá-lo aconchegado ao rebordo da parede da casa, oferecendo-me a sua individualidade e iluminando, por alguns momentos, a minha noite.
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Waltz 2, Jazz Suite No.1, D. Shostakovich
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Jardim
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Guardado está o bocado...
Que cama tão fofa a Donaminha me arranjou! Mesmo à minha medida!
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Mounty
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Poema da Morte Aparente
e os homens pasmavam de isso ainda acontecer no tempo deles,
parecia-lhes a vida podre e reles
e suspiravam por viver agora.
A suspirar e a protestar morreram.
E agora, quando se abrem as covas,
encontram-se às vezes os dentes com que rangeram,
tão brancos como se as dentaduras fossem novas.
(António Gedeão, Obra Poética)
Nocturno op.32 nº9, F. Chopin (Maria João Pires)
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Poesia António Gedeão
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