terça-feira, 8 de abril de 2008

Interiores toledanos











Neste dia nocturno de primavera adiada, refugio-me com prazer na memória dos interiores de alguns edifícios toledanos, isentos de tempo e das suas inconstâncias, e onde se pode pressentir, talvez, o sabor da eternidade. E vou ficar-me por aí, até que o sol regresse.


26 comentários:

mountolive disse...

E o eco?, e o eco dos nossos passos (e arremedo - respeitoso - de sapateado)? Impressionante.
E as cores que tu trazes para aqui, depois do "nocturno" na cripta ausente de som (que bom é o outro que passaste a nos oferecer como bónus)?
Excelentes escolhas para amostras de mostras toledanas. Agora de interiores.
Cá por mim, guardo-me para a crónyca... quando tiver tempo.

Maria disse...

Nem apetece sair daqui...
Clicar e ver os pormenores das fotos.... que maravilha!
Obrigada, Justine.

(ps: sábado, se for a ver a ilha, sim!)

herético disse...

... "talvez o sabor da eternidade!"

belo.

mariadosol disse...

E, assim, vou viajando através do teu "clicar". Como a partilha pode assimir formas originais...
beijinho

Rosa dos Ventos disse...

Como é bom passear por Toledo a esta hora!
Belas fotos...

Abraço

GR disse...

"A serinidade inteligente!"
Seria o título destas fotos e belíssima música de fundo!

A cor é lindíssima.
Muitos Parabéns!

GR

samuel disse...

O Mounty (que já devia ter visto estas fotografias) afinal tinha boas razões para estar com ciúmes...
Mas pode ficar descansado.

Abreijos

un dress disse...

:) e bem...

mena m. disse...

Justine,

também vou entrar e sentar-me num banco, a apreciar essa beleza ao som do teu jazz!
Posso?
Aqui está de chuva e temos quatro graus ;-((( , dá para acreditar?

Amanhã estamos para as curvas no PPP.

Fernando Samuel disse...

Que belas fotos!: belas, belas!
E como se sente o peso do silêncio!

mountolive disse...

Acrescento - porque me lembrei nesta revisita... - que, ainda por cima, por vezes fotografar interiores, muitos interiores, é um acto clandestino, proibido, tantas vezes só conseguido com a máquina meio escondida e fingindo ignorância... até à descoberta por qualquer zeloso vigilante. O que só vem valorizar a fotógrafa!

nuno leite disse...

Valorize-se a fotografa, com honras...
Que interiores pessoais assim se mostrem e construam, como arabescas cupulas e tectos vestidos de tudo, de tao belos.
Ve-se luz, no fundo do tunel. O sol regressa...

Azul disse...

Olá Justine. Que belas memórias me continua a trazer. Sabe que, de repente, me pareceu ter voltado a Cadiz (se não estou em erro!) e á sua Catedral, que também é belíssima. Espero não estar a fazer confusão! Magnífico continua a ser o som que por aqui passa.

Quanto ás leituras, de facto não os li todos. Comecei com Justine, de pois ainda li Baltasar, e sem saber dizer-lhe porquê (certamente outras leituras se puseram no meu caminho), parei com o quarteto. retomei agora, bem sei que rebeldemente, a ler Clea (Supostamente, o último). Fi-lo por sentir vontade de me aproximar agora da Clea que aparece descrita em Justine, na pág. 146 (da edição que tenho). Perdoe-me a rebeldia, sim?

Um abraço para si. aaté breve. Azul

legivel disse...

"... até que o sol regresse."?! Bom, pelo andar da carruagem e embora Toledo seja uma bela cidade, vamos ter mais imagens isentas de tempo... que sol nem vê-lo.
Mounty, bem podes esperar sentado, que o tempo não está a teu favor.

Tinta Azul disse...

Ai que saudades de Toledo! Das cidades espanholas que conheço[excepção de Barcelona que joga noutro campeonato das minhas preferências]uma das que mais gosto. ´
Vai mostrando mais que assim viajamos contigo, ainda que em diferido.
Bj

um Ar de disse...

Justine...

Só agora percebi a razão do "nome"!...
O Quarteto de Alexandria!...

Surpresa, mesmo!

E saudades de ler, compulsivamente, quatro das obras dos meus 18 anos, retiradas da Biblioteca do Instituto Britânico do Porto!...

Com este autor, também eu, visitei Alexandria, por quatro "estradas" que se entrecuzavam numa magia literária que ainda hoje não esqueci.

Peço desculpa por entrar, assim, sem apresentações, vinda do blog da Maria do Sol, a pretexto de Amsterdam!...

[BEIJO]

Paradoxo disse...

Belas 12 palavras, uau!!

Paradoxo disse...

Belas 12 palavras, uau!!

TINTA PERMANENTE disse...

Aqui, ali, em todos estes lugares, a sensação que me sobra é que o Tempo se torna paradoxal e simultaneamente uma coisa móvel e imóvel; como se fosse possível aquela sensação de tocar a Eternidade...
(e as fotografias estão, claro, excelentes!...)


abraços!

Justine disse...

AMIGAS E AMIGOS todos
Como ainda estou sob o feitiço de Toledo, e porque vocês me estimularam a viajarmos juntos um pouco mais, viajaremos então um pouco mais, está prometido.Mas vamos fazer isso sem que o Mounty note, senão tenho amuos e greve de marradinhas :))
Bom fim de semana a todas(os)

Benó disse...

Olá!Quero desejar um óptimo fim de semana, mesmo sem Toledo e dar os parabéns pelo trecho no jogo das 12 palavras.
Aliás, há, em todos, uma grande riqueza e imaginação.
Vamos continuar?
Seja Feliz!

Nilson Barcelli disse...

Tal como tu, também fui participante do 1º jogo das 12 palavras do Eremita.

Depois de ler o teu texto, resolvi dar aqui um saltinho para te dizer que gostei.
Aliás, todas as participações são muito boas e algumas até são excelentes.

Não conhecia o teu blogue, terei que ver melhor, mas já vi boas fotos (incluindo as do gato) e bons textos.

Bom fim-de-semana

Sal disse...

Adoro as fotos de Toledo... Mas gostei mais de te conhecer.
E, olha, linkei-te.

beijinho, Justine. Bom fdsemana

O Profeta disse...

Hoje não vou falar de amor
Hoje tenho saudade de canções
De uma voz perdida no tempo
Que me ensinou o sonho, as emoções

Hoje senti saudades da minha rua
Da casa fria e quente da ternura
Do cheiro a lenha, pão amassado
Dos abraços tidos de forma tão pura


Hoje convido-te a saberes um pouco de mim


Bom domingo



Terno beijo

bettips disse...

Fico-me contigo, com e pelas cúpulas...
Excelente, a fusão do texto com a realidade avassaladora de Toledo.
Bjinho

Anónimo disse...

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