domingo, 25 de agosto de 2013

Breves, como os dias luminosos - I

 
Não passa, mas ajuda a compreender!
 
 

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Comme une absence, Anouar Brahem
 
 


domingo, 18 de agosto de 2013

A Quase Perfeição, nas Capelas Imperfeitas



Cenário sumptuoso. Música depurada.
União de belezas em momento quase perfeito!
 
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Bela senão sem, OZM, solistas JP Esteves da Silva, JL Rego
 



domingo, 11 de agosto de 2013

É demais...

 
Ai DonaMinha, estou derreado de tanto calor!
Se ao menos pudesse despir-me...
 
 
 
 

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Solar, Miles Davies


domingo, 4 de agosto de 2013

A Sala Imperfeita do MUDE

 


 
Desta vez a visita foi ao 3º andar, onde está patente uma exposição sobre o mundo rural. Exposição minimalista, apenas com alguns objectos básicos do trabalho agrícola.
 Do resto, do principal, falam os sulcos do tempo nos rostos  que cobrem as paredes.
 
A surpresa foi a sala: intencionalmente inacabada, opção estética controversa.
 Uma sala imperfeita, de uma beleza surpreendente e onde tudo pode acontecer!
 
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Passin' it around, Coleman Hawkins
 
 

 
 
 
 

domingo, 28 de julho de 2013

Multidões


Tanta gente no meu pátio! E conversam e riem
e fazem tanto barulho que me assusta!
Estarão zangados com o FazdeDono e com a DonaMinha?
Mas eles disseram-me que iam receber amigos...
não percebo nada!

 
Estou com sede, tenho fome, mas com aquela multidão como arranjar coragem para ir até lá?
Bom, terei que ficar aqui de longe a observar a festa e esperar que eles abandonem o meu território...
ao menos que não demorem!
 
 
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(clicar na foto para me verem!) 
(Fotos de autoria de G.R., minha fã)
 
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My Funny Valentine, Gerry Mulligan Quartet + Chet Baker
 


segunda-feira, 22 de julho de 2013

O encontro feliz dos opostos










 
No ambiente requintado, soturno e clássico do Palácio da Ajuda, a exuberância, a ironia e a irreverência das peças de Joana Vasconcelos.
Um feliz encontro de opostos!
 

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Young and foolish, Bill Evans
 
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domingo, 14 de julho de 2013

O jovem diospireiro





O ano passado não se sentiu com forças.
Este ano, cheio de coragem, começou por se multiplicar em folhas, depois em flores que já traziam no seu cerne o princípio dos frutos. Agora resta esperar pela queda das folhas, para que, a seu tempo, os frutos brilhem, luminosos e coloridos, como pequenos sois pendendo de hastes escuras.
A árvore mais bela do jardim!
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Sweet and lovely, Thelonious Monk/John Coltrane at Carnegie Hall