quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Jardins sem dono

Um azul improvável


Um rosa pintado à mão
um vermelho-papoila
Um branco todas-as-cores

.
E assim crescem por aí, sem jardineiro, com a liberdade a adubá-las. Que mais é preciso?





33 comentários:

salvoconduto disse...

A nossa mão para as acariciar.

pinguim disse...

Sensibilidade para as "ver"...
Beijinhos.

BlueVelvet disse...

Que lindo e colorido post.
Até as flores precisam de liberdade!
Beijinhos

Violeta disse...

e não deixam de ser lindas...
A mãe natureza é assim!

com senso disse...

Bastam pequeninas coisas para nos fazerem feliz.
Basta olhar para a natureza. Estas belas fotos são a prova disso mesmo.
Que bom haver quem esteja de olhos abertos para as pequenas, mas tão importantes, coisas da vida!

M. disse...

Água e sol.

Fernando Samuel disse...

Mais nada, rigorosamente mais nada... e por favor que ninguém chame o jardineiro...

Um beijo grande.

Rosa dos Ventos disse...

É preciso que "alguém" as passe para "a tela" da blogosfera para todos termos acesso a esse lindíssimo jardim sem dono!

Abraço

samuel disse...

Olhar, olhar muito, até conseguir ver...

Lúcia disse...

E é desfrutá-las. Belo cenário.
beijinhos

Patti disse...

É a cor e a resistência extrema da papoila, que a torna a minha flor preferida.

E as lembranças infinitas das férias de infância e a de adolescente no campo, na casa dos avós.

Multiolhares disse...

a natureza da-nos tudo para encontrar-mos a felicidade, mas por vezes passamos de olhos fechados

beijinhos

bettips disse...

Olhos sensíveis. Alma de violino. Braços/portas abertos. Ingenuidade do espírito ...
Ah...tens razão, nada é preciso: só trazê-las para nós.
'brigada, beijinhos.

Duarte disse...

"Que mais é preciso?"
Que a natureza as tenha presente: que as estações do ano cheguem no momento oportuno com a climatologia adequada.
Ao ler os teus argumentos e saboreando, metaforicamente falando, as belas fotografias que nos brindas, lembrei-me de Dénia; uma cidade da Comunidade valenciana, já que no seu monte, Montgó, crescem flores autóctones de una beleza sem igual.

Um grande abraço

Teresa Durães disse...

a natureza selvagem (como sempre devia ser)

mena m. disse...

Deixar-lhes espaço suficiente e aprender com elas que não são preciso excessos para se ser feliz...

Ah e da proxima vez, terás que lhes
contar da importância que ganharam para os bloguistas que te visitam!

Beijinhos

Benó disse...

Que mais é preciso?

Que as abelhas, o vento e os pássaros as beijem e, principalmente, que as deixemos viver no seu espaço, sem as pisarmos, sem lhes roubarmos a possibilidade de se multiplicarem.

Sê Feliz!

ainda sempre surpreendido disse...

Belo adubo, o da liberdade. E também o da sensibilidade. Às cores, aos sons, às palavras.

jawaa disse...

São os jardins mais lindos.
Que belo olhar o teu...
Um beijo

Mar Arável disse...

é preciso falar com elas

mdsol disse...

Pois é! Mas as mesmas flores, as mesmas cores, ...sem alguém com um olhar especial nem notadas eram!
E esse mérito é teu. Post muito bonito. E terno e ..
beijinhos

Tinta Azul disse...

É destes jardins que eu mais gosto.
Beijos :)

rosasiventos disse...

lugares ( onde teu nome

est-en-de


man-ta









( flor-d`água c-anta :)

legivel disse...

É uma ideia louvável
não ter dono esse jardim
que a flor d´azul improvável
não core ao pé do jasmim.

Ou que a papoila vermelha
não se lembre da idade
é idosa não é velha
e aprecia a liberdade.

Nasce expontâneo do chão
um branco todas as cores,
da rosa pintada à mão
as pétalas estão uns amores.


Isto hoje saiu-me assim um bocado para o popularucho, género marcha do Jardim de Alcântara. Há dias...


sorrisos e óptimo fim de semana!

intimidades disse...

lindissimmo

adoro jardinar, ver planta crescer, dar flor, falar com elas

Jokas

Paula

Patanisca disse...

Só o azul não é improvável, vi-o na cara do Rodrigo, que lho deixou impresso o turbante de tuaregue que usa lá para a fronteira com a Argélia.

Sem jardineiro? Coitadinhas. E a liberdade não dá o pão para a boca. Não é?

Hoje estou num daqueles dias que só dá para embirrar.

Pronto, já disse.

Beijinho.

um Ar de disse...

Já que a natureza não vem ter comigo, trouxeste-a tu!
Obrigada, pelas cores da liberdade.
[Beijo agradecido]

as-nunes disse...

Basta olhar e ver. À nossa volta, aqui ao lado, na base dum lancil dum passeio aqui mesmo no meio da cidade!
Há dias que venho a reparar numa tília que nasceu na minha rua, encostadinha ao lancil do passeio a tentar sobreviver... Um dia destes, breve, vou tentar recuperá-la, que assim é mais que certo que acaba espezinhada.
Um beijinho

poesianopopular disse...

Que posso eu dizer:- vou fazer minhas as palavras do Fernando Samuel e do Mar Arável, e um grande abraço para ti, e para a tua arte de postar.
Obrigado companheira.

1/4 de Fada disse...

Gosto muito de flores, um dos meus desgostos é não ter um jardim... Se o tivesse era assim com flores destas de certeza.

Maria disse...

Muitos vermelhos-papoilas...
... ou mais nada...
... ou ver esse jardim ao vivo...
... ou...

mariam disse...

Olá!
lindas as fotos... e as palavras...belíssimos esses jardins... e apanhar um belo ramalhete no campo, daqueles de pampilhos amarelos, papoilas vermelhas e azuis do linho-bravo...
tenho "engendrado" um post das férias, mas com jardins d'areia...

cheguei das abençoadas férias, voltarei aqui de novo para ler os outros posts...

bom fim-de-semana
um sorriso :)

mariam

JPD disse...

Belíssimas fotografias, Justine.

Escolha a papoila.

Bj